quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Passagem de Ano no Porto!


Antes de chegar a Santa Apolónia, com a D. Vitória a passar sinais vermelhos, a entrar na estrada em contra-mão; já no comboio abordados por um senhor que nos diz que estamos mal sentados, andar meia hora à procura do dono do apartamento para nos dar a chave, outro senhor simpático (humm) que ao abordarmos sobre um caminho foi um bocado rude connosco…enfim, a manhã a começar bem.

Instalados, a casa era ideal para nós, podia ser melhor, mas não nos podíamos queixar. Ainda por cima estávamos numa zona boa, ao lado da “Casa da Música”.

No primeiro dia, almoçámos fora, no Frankie (sempre simpáticos, obrigada!!). Bebemos um café, passeámos pela Av. Dos Aliados. Vi tanta gente conhecida cá da zona que fiquei parva. Tudo quis passar a Passagem de Ano no Porto!

Os edifícios e as ruas são muito bonitos. Aliás, cada cidade tem o seu toque especial e o Porto não é exceção.

Depois quisemos finalmente visitar a livraria Lello, eu que sou super fã do Harry Potter e a livraria é muito conhecida por causa da escritora da saga, então, estava ansiosa. Mas não gostei muito do facto da entrada ser 4 euros (se ao menos dessem um croquete), apesar de que devolviam na compra de um livro, ainda assim, achei demasiado, principalmente porque quando estávamos para entrar é que nos dizem que temos de ir ao edifício do lado porque não podemos entrar com malas…tudo bem, mas ainda para ajudar à festa… não achei a livraria NADA de especial! As fotos que já tinha visto tiradas do interior são muito mais bonitas (obrigada internet). Por dentro é pequena, tem um andar.

À noite fomos ver um concerto dos HMB. Já é tradição um concerto deles à pála. Só este último verão, perdi a conta de quantas vezes fomos vê-los. Claro que foi só dançar!

No segundo dia vimos tantas casas degradas, e o céu cinzento também não estava a ajudar. Passeamos pela Ponte D. Luíz |, e que vista lindaaaaaaa!! Fiquei com medo porque o metro passa ao nosso lado, em cima da ponte, mas vale a pena! Tal como a Ribeira, que é linda! Tomámos uma bebida, estava-se tão bem a ver o sol a ir (claro que a empregada do café podia ter sido mais simpática, mas não interessa).

Sobre a comida, também não achei nada de wooooow: a francesinha era boa, mas pensava que era maior (como bem) e se calhar tive azar porque era feriado e por isso a maioria dos restaurantes estavam fechados, mas mesmo assim, no café luso, supostamente era uma francesinha com batatas incluídas e deram uma taça pequena para duas pessoas. Tive de alarmar o empregado, é muito injusto (ao menos trouxe outra).

Começámos a noite em casa, entre jantares, bebidas e jogos (mentira, não tivemos tempo, tínhamos de sair já para a Av. dos Aliados). Fomos a pé, os metros estavam cheios, -segundo a minha aplicação de passos por dia, este fim de semana foi o meu recorde.

A noite foi linda, o fogo de artificio na Av. dos Aliados foi o mais bonito que já vi até hoje.

No último dia, claro que ninguém estava com boa cara. Tomámos o pequeno almoço num café (mais pessoas rudes, a sério portuenses porque é que não são mais simpáticos? 😋). Almoçámos num café ao lado da estação, sorte a nossa que era o único aberto, e…hala que se faz tarde!

Se gostei do Porto? Foi bom conhecer, só isso. 😄


Feliz Ano Novo!! 

Foto: Joana Costa

Foto: Joana Costa

Foto: Joana Costa

Foto: Joana Costa

Foto: Joana Costa
 


domingo, 19 de novembro de 2017

"Spirulina": o pó mágico!

A "Spirulina" em pó é um produto rico em vitaminas e nutrientes. Supostamente é uma "alga" de cor verde com imensos benefícios. A sua origem é da Mongólia e é distribuída por todos os cantos do mundo.

O consumo da "Spirulina" benefícia e muito quem a consome. Rica em Vitamina B6, que contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário; Vitamina E, para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis; alto teor em ferro; cálcio; potássio; vitamina b12 e principalmente em proteína, ou seja, para ajudar a contribuir na manutenção da massa mascular e principalmente para os vegetarianos, que como retiraram a proteína animal da sua alimentação, a "spirulina" complementa. 
Para além destas ótimas vantagens, ajuda a emagrecer pois dá um efeito de saciedade, o que leva a pessoa a comer menos, por se sentir "cheia" durante mais tempo. 
É essencial o uso deste suplemento e pode ser usado em batidos, sopas ou para os mais fortes, uma colher de chá diluída em água. E, é possível encontrá-la em várias lojas dietéticas.
Eu já estou a usá-la nos meus batidos matinais e sinto a veracidade da informação! 

Imagem: Nouchkac | Pixabay


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

O meu bolo saudável

Para alguém que comia praticamente um bolo por dia e que largou esse mau hábito alimentar, há uma solução: fazer o seu próprio bolo saudável.
Agora consigo matar a gula com meia dúzia de ingredientes e um micro-ondas.

Como é que eu costumo fazer? Ora, para este bolinho simples que apresento na seguinte imagem, só preciso:
- uma forma pequena ou média dependendo das fatias que quero;
- uma clara de ovo;
- farelo de aveia (a olho);
- um scoop de whey de chocolate (ou outro sabor);
- uma colher de chá de fermento;
- água (q.b).

Mexo até formar uma espécie de pasta liquída e vai ao micro-ondas 2 minutos.

Bolos feitos no micro-ondas

Também tenho o hábito de fazer bolos maiores e aí já recorro ao forno mas os ingredientes são praticamente os mesmos, o que muda são as quantidades que podem ser maiores ou troco um ingrediente por outro. Para o bolo da próxima imagem usei:
- um ovo;
- uma clara;
- maizena (é a farinha sem glúten que uso para substituir a tradicional);
- bebida de soja;
- um scoop de whey com o sabor que pretendo (normalmente uso a de chocolate porque é a minha preferida) ou outros ingredientes para dar sabor ao bolo como cenoura, batata doce ou até mesmo milho;
- aveia.

 Levo à liquidificadora e por fim ao forno.

Para ficar mais saboroso, coloquei meia tablete de chocolate no micro-ondas e derretido, pus por cima, juntando coco ralado. É só dar largas à imaginação, posso juntar fruta  ou iogurte pelo bolo.

Agora perguntam-se: "E o açúcar?" Não, não meto açúcar. É uma questão de hábito e fico de consciência tranquila. Claro que existem à venda substitutos de açúcar mas eu não uso, até porque a whey de chocolate já é bastante saborosa.


Em relação às quantidades, eu meto a olho, por isso não sei medidas certas.
Esta é uma opção saudável para sentir que não me privo das coisas que gosto. Ao fazer bolos pequenos, posso por exemplo levar num tampware, para onde quiser.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O 4º Congresso dos Jornalistas

No mês passado a minha faculdade convidou um número de alunos, incluindo a mim, para participar no 4º Congresso dos Jornalistas. Claro que aceitei e apesar de os meses anteriores ao Congresso terem sido de muita pressão para entregar reportagens que não estavam como queriam, voltar a fazê-las e voltar a entregar...Adorei!
Nos dias do Congresso estivemos em contacto com várias figuras conhecidas do mundo da informação: Fizemos entrevistas, noticiários e reportagens televisivas e escritas. Não tínhamos tempos mortos, não faltava trabalho e numa redação com as diversas áreas jornalísticas senti um grande trabalho de equipa.
Esta foi uma ótima iniciativa, a de convidarem alunos da área a fazer o trabalho dos "grandes" para sentirmos na pele a realidade.

Momento de fazer o noticiário com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa



quinta-feira, 4 de agosto de 2016

O pequeno-almoço

Como todas as dietas "yo-yo", também eu já passei pela fase de não querer tomar o pequeno-almoço para emagrecer antes de começar a ter uma alimentação saudável, como deve de ser.
Quando percebi que era um erro, comecei a incluir esta refeição diariamente no meu cardápio mas de forma incorreta pois como na altura eu fugia aos hidratos de carbono, era sempre o mesmo: gelatina e fruta. Quando o meu corpo começou a rejeitar e apercebi-me deste grande erro, mudei.
Agora diferencio os meus pequenos-almoços. Por vezes como mais hidratos, uns dias mais que outros; noutros incluo mais proteínas, ou até gorduras! Mas, gorduras saudáveis!
Esta primeira refeição do dia é essencial para o bom funcionamento do organismo e influencia muito o nosso estado de espírito. Por isso, nunca cortar esta refeição da nossa alimentação!

Deixo aqui algumas fotografias de pequenos-almoços:

Tortilha de milho s/sem sal (30Kcal cada); chocolate sem açucar derretido 

Aveia, banana, kiwi, café

Aveia, chia, linhaça, bebida de soja natural

Para mim: Pessego, aveia, banana, chocolate preto

Anonas e gelatina

Tortilha de milho s/sal, um ovo, uma clara de ovo, um kiwi, um pêssego

Tortilhas de arroz s/sal, um ovo, uma clara de ovo, um kiwi, café

Pão panrico 9 cereais, sumo natural de laranja, uvas, cerejas, 2 ovos mexidos

Pão Shape com duas claras de ovo e melancia

Quark com chia e bolo de aveia e cacau

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Verão rima com praia e nada como as do meu país para me encantarem. 
Ainda há muitos lugares que quero visitar neste Portugal tão pequenino mas que é tão grande e cheio de riquezas maravilhosas. 
Deixo algumas fotografias das praias no qual já me escaldei este mês! 

(Praia da Bafureira)


(Praia São Pedro do Estoril)

(Praia da Arrábida)


(Praia da Arrábida)

(Praia do Rio Cortiço)


Exercício físico é no bairro de Matarraque

Exercício físico é no bairro de Matarraque

No bairro de Matarraque sobre drogas é como "sobre rodas". Se estiveres prestes a ser apanhado põe-te a mexer, o melhor é correres.

 Prédios com o máximo de dois andares, de cor branca e rosa velho. Nas paredes encontram-se os ‘tugs’, assinaturas, de quem deixou marca da sua presença constante.
 O bairro de Matarraque, na freguesia de São Domingos de Rana, situa-se no concelho de Cascais.
 Dentro do bairro, de um lado, um grupo com três rapazes e dois homens, a discutirem entre si, entram dentro do carro e vão embora, acelerados. Do outro lado, duas meninas, de etnia cigana, olham-me de alto a baixo, desconfiadas e interessadas.
 O bairro não é muito grande, é acessível e toda a gente se conhece. É um bairro unido e quando enche é porque vêm os amigos dos amigos dos moradores.
 Ao olhar para o bairro em si, diria ser um bairro bastante tranquilo onde as crianças e os jovens dos escuteiros cantam, alegres, na sua sede ao lado do café do bairro que já mudou de gerência três vezes porque acabam sempre por se dar mal com quem o frequenta. A última gerência saiu após terem denunciado à polícia uma ocorrência ilegal de uns jovens do bairro. Estes mesmos, após saberem, começaram a vandalizar todas as noites a entrada do café por vingança.
 Daniela, uma jovem angolana com dezoito anos, foi viver para o bairro com quatro anos.
 Vive com a mãe, com a irmã mais velha que está à janela, com a avó Lucinda e com o sobrinho que está ao seu colo, com a irmã mais nova a maquilhar-se e com a sobrinha que vem a rastejar, a sorrir e a querer brincar, ao meu encontro.
 Uma casa onde quem manda são as mulheres, todos do bairro as conhecem. Não por ser a família que vive no último andar com vista para Matarraque mas pelo respeito que metem.
O sol desce, 20 horas, a lua cresce. O bairro a noite, tem pouca luminosidade e consegue ver-se algumas pessoas entre os prédios. Os jovens são os mesmos do dia para a noite mas o cheiro que paira no ar, muda da noite para o dia.
Os senhores que estão a porta do café, já com algum toque no corpo pelo álcool, mostram se cultos nos assuntos que falam e de vez em quando gostam de ir ter com os jovens para estes lhes acrescentarem alguma da sua sabedoria.
A Daniela, ao entrar em casa todas as noites depara-se muitas vezes com os amigos do primo a serem revistados à porta do seu prédio. Sente pena quando vê isto e angústia por saber que já aconteceu ao primo inúmeras vezes.
Estes jovens, não têm grandes preocupações, mesmo assim, porque muitas vezes conseguem esconder o que tem de esconder quando ao de longe e graças às luzes azuis, começam a ver um carro de patrulha. O pior é quando sentem que algo anda na rua sem fazer barulho, à noite.
As Malusso como moram no último andar, são as primeiras a perceber que há agentes de autoridade com fardas que permitem não ver as suas identidades, por cima das suas janelas que vão em direção ao telhado. Sem aviso prévio, há o medo de que algo de mau aconteça a alguém como acidente ou propositadamente pois não sabe no que estão a pensar. O silêncio dura pouco tempo, porque mal eles descem dos telhados eles gritam para cima deles, para se encostarem e não se mexerem no preciso momento.
A família da Daniela é muito satisfeita onde vive e apesar de ser um bairro pobre e polémico, ela vive bem. Com uma família unida e a alegria que as crianças deixam pelo corredor, nota-se a felicidade no ar.
Sobre drogas é como a expressão “sobre rodas”, ou seja, progredir de uma forma satisfatória ou correr bem. “Ninguém sabe quem é este traficante”, é o que tem de se dizer. O ‘chefe’ deste negócio tem amigos que tratam de entregas de mão em  mão para este não mostrar a cara.
As pessoas do bairro de Matarraque, são um grupo que quando chegaram a Matarraque, não saem muito da localidade devido a terem o que necessitam relativamente perto, como a escola, a mercearia, o café e a loja social.
No bairro de Matarraque há quem viva com altos e baixos, há quem se importe e quem não se importe, há quem se perca e há quem sobreviva. Tudo acontece, tudo pode acontecer.