Quando decidi que tinha de começar a fazer dieta, no dia 3 de Julho de 2013 a primeira coisa que pensei foi cortar nos Hidratos de Carbono. Conhecidos como os demónios de todas as dietas, não queria tocar mais neles. E assim foi, arroz, batatas, pão, cereais... tudo o que eu sabia que tinha farinha e que era um hidrato de carbono, cortei por completo.
Os meus pequenos almoços começaram a ser iogurte natural, fruta e gelatina; os meus almoços consistiam em proteínas e leguminosas; os lanches eram iguais aos pequenos almoços e os jantares eram o mesmo do almoço.
Correu tudo bem e claro que quando comecei a ter défice calórico emagreci imenso. Os meus treinos eram super intensos: quatro horas por dia no ginásio e não comia nada entre as aulas de grupo ou os treinos. A vida corria-me bem, não comia nada e treinava. Não queria mais nada.
Passado uns meses, um senhor aconselhou-me a "aveia". Fiquei curiosa e comprei.
A primeira vez que comprei aveia, ainda por cima um cereal sem glúten, deixou-me tão feliz."Um hidrato de carbono que eu podia comer"-pensei. E quando comecei a comer, não parei e comi o pacote todo. As 400 gramas que o pacote continha de aveia "já eram"! Fiquei tão mal comigo mesma que não podia comprar mais aquele "monstrinho" que me fazia comer sem parar! Enganei-me e no mês seguinte voltei a comprar e o mesmo aconteceu.
Refleti e prometi a mim mesma que tinha de moderar com a aveia e assim foi. Distribui 100 gramas para o pequeno almoço e 100 gramas para o lanche e todos os dias a mesma rotina.
No último verão, em Julho de 2015 fiquei com uma gastroenterite. Foi horrível, vomitava imenso. O problema, segundo a médica, estava no facto de que eu não comia como deve ser. Como só comia verduras, o meu estômago ficou péssimo e se não mudasse mais tarde podia ser pior. A médica ficou parva com eu não tocar num pão durante dois anos ou pôr um bocado de arroz no prato. E mudei, o meu pequeno almoço agora todos os dias é um pão, já como arroz (escolho o basmati) ao almoço ou então com uma batata doce juntamente com a proteína e no lanche por vezes também como um pão ou uma barrinha proteica antes do treino.
No início não pude comer saladas ou verduras nem aveia nem fibras porque foi o que fez mal ao meu estômago por consumir tanto tempo.
Estão muito melhor agora, as minhas notas na faculdade subiram, sinto mais evolução corporalmente e mais feliz.
Por isso não cometam o mesmo erro que eu! Os hidratos não mordem, não são eles que nos fazem engordar! Eles são essenciais no nosso corpo e sobretudo para a nossa cabeça e mente! O emagrecimento está ligado ao défice calórico e à moderação!
domingo, 24 de janeiro de 2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Tuga em Londres numa semana
Na última semana de Dezembro até às entradas de 2016 estive em Londres. Ora, o meu maior receio é mesmo andar de avião. Gosto mais de estar com os pés assentes na terra. E, para ajudar ao meu nervosismo ainda tinha de apanhar o voo sozinha visto que o meu namorado passou lá o natal com a família. Sim, por acaso tive sorte em já ter sítio para ficar. Em Londres e na semana que fui, época alta, os hotéis ou motéis têm os preços elevados.
Londres nunca foi um sítio que eu quisesse muito ir, muito menos passar a Passagem de Ano no qual o meu ideal é passá-la sempre com as minhas girls! Mas para fugir aos hábitos e viver novas experiências, aceitei o desafio.
Quando cheguei ao aeroporto de Heathrow já tinha os meus esperados à minha procura e qual o meu espanto quando olho para o relógio que marcava 18:00 e já pareciam duas da manhã! Pois, lá os dias começam muito cedo, e acabam mais cedo ainda.
Passei a semana em Aldershot, uma vila simples. As casas eram todas iguais, típicas casa de tijolo. Na primeira noite, aliás, sete horas da tarde ainda, passam por nós um grupo de dois rapazes e duas raparigas, parecia mesmo que vinham contra nós, ainda mais, um dos rapazes tirou a camisa como se eu tivesse pedido um striptease àquela hora! Iam ao encontro de um grupo de rapazes lá ao lado e em 3,2,1: estava num filme com o título Dois rapazes e duas raparigas contra um só, do realizador: Sou um cobarde que não sei resolver as coisas mano a mano, preciso das minhas três bitches.
Conclusão, o pobre coitado estendido no chão, os outros quatro põem-se a milhas e o mais bonito, os que estavam com o desgraçado nunca mais foram vistos.
As ruas têm câmaras de vigilância e em cinco minutos apareceu a polícia e uma ambulância. Disseram que não nos podíamos meter senão éramos levados a interrogatório e como portugueses, mais difícil ia ser.
No dia em que fomos a Londres, os gastos iniciais iam ser o bilhete do comboio e de um bilhete diário de metro para podermos percorrer o maior número dos locais mais conhecidos das terras de sua Majestade. Tivemos sorte, fomos de carro até à estação mais próxima do metro, logo, era um gasto a menos. O bilhete se não estou em erro, foi por volta de treze libras.
Primeira paragem, o Museu de História Natural em Cromwell. É um dos três principais museus a serem visitados. Acolhe inúmeras coleções de ciências da vida e da terra. Seguimos a pé até ao Hyde Park. É um parque lindo e vale a pena passar por ele. Depois de uma longa caminhada chegámos ao Winter Wonderland, uma feira com comidas tradicionais, carroceis e parques temáticos. Fez-me lembrar as feiras populares que há uma vez por ano aqui ao pé de casa.
Sítios belíssimos como Trafalgar Square, Big Ben, the London Eye, tive o prazer de passar por estes lugares. Lindo!
Na altura de comprar as lembranças e andava sempre a levar em várias lojinhas, as que não chegavam a uma libra (0.99), numa loja sabia qual o valor que tinha de pagar, quando a senhora me diz um número diferente e teimava que eu nao tinha razão. Quando chamou alguém superior da loja, um pedido de desculpas, em inglês claro, dirigiu-se a mim. De certeza que fazem o mesmo a imensos turistas. Entrámos no M&M World, a loja com muita diversidade de M&M e na mesma, canecas, roupa de bebé e brinquedos podiam ser comprados pela mesma marca. As filas são enormes e por isso não levei nada com pena minha (não muita pena porque na mercearia da rua seguinte estavam lá bem mais baratos). Ao sair da loja, o típico a encontrar em todas as cidades turistas e que eu acho o máximo e dou sempre uma moeda, os que mostram as suas veias artísticas na área da dança. Ainda por cima eu que tenho uma veia dessas pelo meu amor na dança.
O última paragem em Londres foi no Oxford Street, onde pensava que ia fazer umas compras! Mas não! As ruas estavam cheíssimas, as lojas ao barrote! Como estamos em época de saldos, muitos restos, nada ficava do meu agrado.
No dia seguinte fomos a um local inglês mas que parecía que tinha viajado para a Índia. Os armazéns de electrodomésticos, de colunas, de capas de telemoveis... Bem tudo um pouco, a preços low-cost. Nas ruas principais dessa cidade (desculpem, não me recordo do nome) as lojas de roupa, bijutaria, comida, era tudo tipicamente indiano e alguns mercados vendem a comida como o arroz basmati a vinte quilos a quase vinte libras, o pacote. O pior foi mesmo o almoço. Tudo com ótimo aspeto, ainda por cima estava cheia de fome mas tudo picante! Odeio picante! E eles exageram mesmo! A minha boca parecia que estava a arder. Dois litros de água logo na minha direção.
Já fiz patinagem artística mas no gelo nunca tinha feito. Foi super engraçado e aconselho a pista no Guildford Ice Rink.
Se há uma coisa que sou viciada, é no café e na Inglaterra o café não presta! Desculpem mas é verdade! Não há um café na rua e quando há mais valia não ter pedido. De resto, gostei muito, foi uma ótima experiência.
(Museu de História Natural em Cromwell)
(Trafalgar Square)
(M&M Store)
(Winter Wonderland)
(Big Ben)
(The London Eye)
(Hyde Park)
(Oxford Street)
("Índia")
(Aldershot)
Londres nunca foi um sítio que eu quisesse muito ir, muito menos passar a Passagem de Ano no qual o meu ideal é passá-la sempre com as minhas girls! Mas para fugir aos hábitos e viver novas experiências, aceitei o desafio.
Quando cheguei ao aeroporto de Heathrow já tinha os meus esperados à minha procura e qual o meu espanto quando olho para o relógio que marcava 18:00 e já pareciam duas da manhã! Pois, lá os dias começam muito cedo, e acabam mais cedo ainda.
Passei a semana em Aldershot, uma vila simples. As casas eram todas iguais, típicas casa de tijolo. Na primeira noite, aliás, sete horas da tarde ainda, passam por nós um grupo de dois rapazes e duas raparigas, parecia mesmo que vinham contra nós, ainda mais, um dos rapazes tirou a camisa como se eu tivesse pedido um striptease àquela hora! Iam ao encontro de um grupo de rapazes lá ao lado e em 3,2,1: estava num filme com o título Dois rapazes e duas raparigas contra um só, do realizador: Sou um cobarde que não sei resolver as coisas mano a mano, preciso das minhas três bitches.
Conclusão, o pobre coitado estendido no chão, os outros quatro põem-se a milhas e o mais bonito, os que estavam com o desgraçado nunca mais foram vistos.
As ruas têm câmaras de vigilância e em cinco minutos apareceu a polícia e uma ambulância. Disseram que não nos podíamos meter senão éramos levados a interrogatório e como portugueses, mais difícil ia ser.
No dia em que fomos a Londres, os gastos iniciais iam ser o bilhete do comboio e de um bilhete diário de metro para podermos percorrer o maior número dos locais mais conhecidos das terras de sua Majestade. Tivemos sorte, fomos de carro até à estação mais próxima do metro, logo, era um gasto a menos. O bilhete se não estou em erro, foi por volta de treze libras.
Primeira paragem, o Museu de História Natural em Cromwell. É um dos três principais museus a serem visitados. Acolhe inúmeras coleções de ciências da vida e da terra. Seguimos a pé até ao Hyde Park. É um parque lindo e vale a pena passar por ele. Depois de uma longa caminhada chegámos ao Winter Wonderland, uma feira com comidas tradicionais, carroceis e parques temáticos. Fez-me lembrar as feiras populares que há uma vez por ano aqui ao pé de casa.
Sítios belíssimos como Trafalgar Square, Big Ben, the London Eye, tive o prazer de passar por estes lugares. Lindo!
Na altura de comprar as lembranças e andava sempre a levar em várias lojinhas, as que não chegavam a uma libra (0.99), numa loja sabia qual o valor que tinha de pagar, quando a senhora me diz um número diferente e teimava que eu nao tinha razão. Quando chamou alguém superior da loja, um pedido de desculpas, em inglês claro, dirigiu-se a mim. De certeza que fazem o mesmo a imensos turistas. Entrámos no M&M World, a loja com muita diversidade de M&M e na mesma, canecas, roupa de bebé e brinquedos podiam ser comprados pela mesma marca. As filas são enormes e por isso não levei nada com pena minha (não muita pena porque na mercearia da rua seguinte estavam lá bem mais baratos). Ao sair da loja, o típico a encontrar em todas as cidades turistas e que eu acho o máximo e dou sempre uma moeda, os que mostram as suas veias artísticas na área da dança. Ainda por cima eu que tenho uma veia dessas pelo meu amor na dança.
O última paragem em Londres foi no Oxford Street, onde pensava que ia fazer umas compras! Mas não! As ruas estavam cheíssimas, as lojas ao barrote! Como estamos em época de saldos, muitos restos, nada ficava do meu agrado.
No dia seguinte fomos a um local inglês mas que parecía que tinha viajado para a Índia. Os armazéns de electrodomésticos, de colunas, de capas de telemoveis... Bem tudo um pouco, a preços low-cost. Nas ruas principais dessa cidade (desculpem, não me recordo do nome) as lojas de roupa, bijutaria, comida, era tudo tipicamente indiano e alguns mercados vendem a comida como o arroz basmati a vinte quilos a quase vinte libras, o pacote. O pior foi mesmo o almoço. Tudo com ótimo aspeto, ainda por cima estava cheia de fome mas tudo picante! Odeio picante! E eles exageram mesmo! A minha boca parecia que estava a arder. Dois litros de água logo na minha direção.
Já fiz patinagem artística mas no gelo nunca tinha feito. Foi super engraçado e aconselho a pista no Guildford Ice Rink.
Se há uma coisa que sou viciada, é no café e na Inglaterra o café não presta! Desculpem mas é verdade! Não há um café na rua e quando há mais valia não ter pedido. De resto, gostei muito, foi uma ótima experiência.
(Museu de História Natural em Cromwell)
(Trafalgar Square)
(M&M Store)
(Winter Wonderland)
(Big Ben)
(The London Eye)
(Hyde Park)
(Oxford Street)
("Índia")
(Aldershot)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Hello!!
oi!! Criei este blogue no âmbito de uma cadeira universitária. No entanto vou continuar.
P.S: Imaginem como é que um dos maillots que usava no ballet, me deve ficar agora. hihihihi beijos!
P.S: Imaginem como é que um dos maillots que usava no ballet, me deve ficar agora. hihihihi beijos!
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Porta dos Fundos- Culinária
Já conheço os vídeos de comédia "Porta dos Fundos" à algum tempo e acabei de ver um com o tema culinária.
Vejam! É para rir, e a algumas partes até fazem sentido.
http://www.portadosfundos.com.br/video/culinaria/
Vejam! É para rir, e a algumas partes até fazem sentido.
http://www.portadosfundos.com.br/video/culinaria/
sábado, 6 de junho de 2015
Entrevista a Desportista Carolina Mendes
Olá
Carolina, quem és tu?
Sou uma adepta ao
desporto, tenho 20 anos e desporto é a minha vida
Quando descobriste o teu amor pelo desporto? Quando começaste?
Quando descobriste o teu amor pelo desporto? Quando começaste?
Desde pequena que
sempre fiz várias atividades e já não me vejo a fazer outra coisa.
Estás
a tirar a licenciatura de Educação Física e Desporto, na vertente de Exercício,
Saúde e Bem estar na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Como
está a ser esta tua nova etapa?
Está a ser fantástica.
Inicialmente queria concorrer à Faculdade Motricidade Humana, mas ainda bem que
não fui. A Lusófona é brutal, é top!
Desde que estás a tirar este curso tens mais cuidado com o que consomes?
Desde que estás a tirar este curso tens mais cuidado com o que consomes?
Sim, claro. Sempre tive
o mínimo cuidado mas agora ainda me preocupo mais porque influencia o meu desempenho.
No
verão, és nadadora salvadora. Como iniciaste?
Portanto, desde pequena
que via a série “Marés Vivas” e sempre tive aquele bichinho para ser nadadora
salvadora. Entao, tirei o curso aos 18 anos, passei e desde essa altura que
ajudar nas praias faz parte da minha vida.
O
que aconselhas às pessoas?
Para terem mais cuidado
com a alimentação e praticarem exercício físico que só faz bem!
Quais
os teus planos para o futuro?
Quero ser Personal Trainer, quando acabar a minha
licenciatura e complementar com um mestrado de acordo com a mesma área.
Obrigada
Carolina!
sexta-feira, 5 de junho de 2015
"Quem perde a noite, perde o dia"
Dormir para além de ser
uma das melhores coisas da vida, é essencial para a nossa saúde.
Uma noite bem dormida torna o dia-a-dia mais positivo, dá mais energia e ajuda a emagrecer. Enquanto dormir mal pode contribuir para a pessoa comer em excesso e ajuda no aparecimento de problemas de saúde como obesidade, diabetes, ou outros problemas crónicos.
Isto porque uma noite com poucas horas dormidas, as hormonas que controlam o apetite é afetado e o stress emocional é maior, e assim os alimentos são mais desejados para compensar a falta de energia.
Uma noite bem dormida torna o dia-a-dia mais positivo, dá mais energia e ajuda a emagrecer. Enquanto dormir mal pode contribuir para a pessoa comer em excesso e ajuda no aparecimento de problemas de saúde como obesidade, diabetes, ou outros problemas crónicos.
Isto porque uma noite com poucas horas dormidas, as hormonas que controlam o apetite é afetado e o stress emocional é maior, e assim os alimentos são mais desejados para compensar a falta de energia.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Fitness Fashion
A moda fitness veio
para ficar
Antes, nos ginásios, a
maioria das pessoas vestia umas calças fato de treino e uma t-shirt velha.
Agora, os tempos mudaram, e também as modas.
A moda fitness invadiu os ginásios e agora treinar é com estilo.
Cores vibrantes, roupas mais justas e atletas mais vaidosos preenchem os ginásios.
A partir disto, a moda fitness, para além de estar no interior dos ginásios, começou a ser vista nas ruas. Vestir roupa e calçado mais desportivo está na moda.
Um ténis néon, leggins estampados e tops coloridos tem-se mostrado muito nas montras das lojas. É uma moda que veio para ficar, e nota-se nas variadas lojas de grandes centros comerciais, as novas coleções fitness.
O estilo fitness ganhou espaço no mundo da moda porque é atual, confortável e extremamente bonita, que serve para todas as idades.
A moda fitness invadiu os ginásios e agora treinar é com estilo.
Cores vibrantes, roupas mais justas e atletas mais vaidosos preenchem os ginásios.
A partir disto, a moda fitness, para além de estar no interior dos ginásios, começou a ser vista nas ruas. Vestir roupa e calçado mais desportivo está na moda.
Um ténis néon, leggins estampados e tops coloridos tem-se mostrado muito nas montras das lojas. É uma moda que veio para ficar, e nota-se nas variadas lojas de grandes centros comerciais, as novas coleções fitness.
O estilo fitness ganhou espaço no mundo da moda porque é atual, confortável e extremamente bonita, que serve para todas as idades.
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